Chego na farmácia e vejo uma fila, atrás do balcão uma loira de um lado e uma morena do outro, um homenzinho percorria a fila pegando as compras das pessoas e anotando os pedidos que tivessem que ser retirados direto no balcão(quase um mc donald´s). A loira berrava "diane 35" e a menina de 14 anos que queria fazer besteirinha no final de semana mas jurava para todo mundo que tomava pílula para controlar as espinhas se dirigia até a loira. "Deltacid" berrou a morena, e uma piolhenta se dirigiu até ela para pagar o seu produto. "Prozac", e lá foi o depresivo se dirigir até o caixa, "benegripe", e lá se foi o ranhento todo sorridente.
Avistei um colega de aula e mais uma conhecida de infância na fila. Peguei o meu produto e comecei com um pensamento positivo: não vou ter vergonha! Encostei o meu produto na barriga e pressionei com a pasta contra mim como se estivesse segurando a pasta e somente ela. "Corega tabs", vai lá dente amarelado pegar a chave da sua felicidade. Chegou a minha vez, cheguei ao caixa sã e salva(sou muito estrategista, sempre). Me atende o pateta que antes estava percorrendo a fila.
- Somente isso?
- Não. Seu Panvel, eu quero também um negócio pra me manter acordada, parece que se chama ligadão.
- O ligadão nós não temos, mas temos esse aqui que é semelhante.
- Tá, mas semelhante como? (Trancar filas é minha especialidade. Reze para nunca ficar atrás de mim na fila de ônibus)
É nesse exato momento que toca meu telefone e anta loira berra "Absorvente". Atendo o celular, debato com o farmacêutico sobre o negócio pra me manter acordada e penso: vai lá ô menstruada. "Absorventeeeee", a anta loira sacode o troço pra cima, esperneia, só faltou brincar de malabares com a porra do absorvente. Sim, a menstruada era eu! Mas que cocô! Num determinado momento ela tem a brilhante idéia de perguntar ao homenzinho que me aguardava falar no celular "Este absorvente é da tua cliente?", ela pega o próximo produto para começar a sacudir e gritar e agora é a vez da anta morena "absorvente", não satisfeita: "absorvente sempre livre, com abas, ultrafino...", o pateta finalmente pegou a porra do absorvente da mão da mula. Desligo o telefone e continuo falando sobre o negócio pra me manter acordada e começa tudo outra vez. "Absorvente. Pessoal, de quem é esse absorvente?", a panvel inteira poderia responder em couro: é dessa fulana que taí aí na tua frente.
- Eu não quero mais saber sobre o negócio pra me manter acordada. Se tu diz que funciona eu acredito.
- Certo. Dá oito reais e trinta e dois centavos.
- Moça, se alguém vem comprar um viagra aqui vocês gritam "viagra" também?
Na próxima vez que eu for na panvel perguntarei se gritam supositório.
sábado, 16 de junho de 2007
quinta-feira, 15 de março de 2007
Fulana e a pedra filosofal
Porque que todo mundo resolveu vim hoje pra cá? Tenho cara de quem enfrenta fila quilométrica? Dou uma volta para ver se encontro alguém conhecido na fila e não sou muito feliz.
TERRA A VISTA!!! Quer dizer, homem a vista(bem posicionados, é claro):
- Oi, minha amiga e eu vamos ficar aqui na fila com vocês.
Entrando lá:
- Te reconheci só pelo teu jeito de dançar.
- Isso é um elogio ou um xingamento? Devo dizer muito obrigada ou vai a merda?
- É um elogio, claro. Tu tava no gauchinho no carnaval.
Socorro! Estou sendo seguida, força na peruca!
Um cara de aparelho nos dentes se dirige a minha pessoa(lembram do panaca de aparelho no filme "Quem vai ficar com Mary?", bem semelhante). Olhei pra a cara de idiota dele e o riso foi inevitável, era só que me faltava ele achar que estou dando mole, não é nada disso tô rindo da tua cara de palhaço mesmo. Veio cheio de mão falar comigo:
- Oi.
- Tira a mão de mim, se me tocar é falta!
- Tá sozinha?
- Falta!
- Nem no braço?
- Não e não estou sozinha, tou aqui com meu irmão e ele é muito ciumento(que sorte ter um loiro do meu lado essa hora hein).
- Eu conheço ele, ele não tem irmã. E aí, cara!(Puta que pariu!)
- Ah, vocês se conhecem...
- Sim. Como faço para te dar um beijo?
- Faz uma peregrinação até Meca e dê três voltas em torno da pedra filosofal(achei meio assim... deselegante mandar ele nascer de novo).
Um outro me puxa pelo cabelo.
- O que é isso? De que caverna tu veio?
- Não, é que teu cabelo tem cheiro bom.
Sei que pode parecer um tanto quanto bizarro mas este foi o melhor elogio da noite.
Sim, estou com sono e não consegui escrever nada melhor. Oi mãe, espero ter arrancado pelo menos um sorisinho teu.
Lembrei de uma cena hoje no meu emprego:
- E tem esse livro, que é em inglês. Como é o teu inglês?
- É básico.
Tom Cruise is the book, i am is the table. The book is on the table.(Não, essa parte eu não falei pro chefe).
TERRA A VISTA!!! Quer dizer, homem a vista(bem posicionados, é claro):
- Oi, minha amiga e eu vamos ficar aqui na fila com vocês.
Entrando lá:
- Te reconheci só pelo teu jeito de dançar.
- Isso é um elogio ou um xingamento? Devo dizer muito obrigada ou vai a merda?
- É um elogio, claro. Tu tava no gauchinho no carnaval.
Socorro! Estou sendo seguida, força na peruca!
Um cara de aparelho nos dentes se dirige a minha pessoa(lembram do panaca de aparelho no filme "Quem vai ficar com Mary?", bem semelhante). Olhei pra a cara de idiota dele e o riso foi inevitável, era só que me faltava ele achar que estou dando mole, não é nada disso tô rindo da tua cara de palhaço mesmo. Veio cheio de mão falar comigo:
- Oi.
- Tira a mão de mim, se me tocar é falta!
- Tá sozinha?
- Falta!
- Nem no braço?
- Não e não estou sozinha, tou aqui com meu irmão e ele é muito ciumento(que sorte ter um loiro do meu lado essa hora hein).
- Eu conheço ele, ele não tem irmã. E aí, cara!(Puta que pariu!)
- Ah, vocês se conhecem...
- Sim. Como faço para te dar um beijo?
- Faz uma peregrinação até Meca e dê três voltas em torno da pedra filosofal(achei meio assim... deselegante mandar ele nascer de novo).
Um outro me puxa pelo cabelo.
- O que é isso? De que caverna tu veio?
- Não, é que teu cabelo tem cheiro bom.
Sei que pode parecer um tanto quanto bizarro mas este foi o melhor elogio da noite.
Sim, estou com sono e não consegui escrever nada melhor. Oi mãe, espero ter arrancado pelo menos um sorisinho teu.
Lembrei de uma cena hoje no meu emprego:
- E tem esse livro, que é em inglês. Como é o teu inglês?
- É básico.
Tom Cruise is the book, i am is the table. The book is on the table.(Não, essa parte eu não falei pro chefe).
sábado, 10 de março de 2007
Uma noite de forró
Como assim? Eu paguei 20 reais pra entrar nessa jabirosca e não tem nem sabonete? Ah pára! Sem contar que a descarga da privada é de puxar a cordinha e eu tenho aversão a descarga de puxar a cordinha.
A Tata me deu bolo na hora agá mas me deu o telefone do amigo dela que ia lá no mesmo lugar que eu: "Procura ele lá, ótima companhia, ele te faz rir o tempo todo e ainda dança contigo a noite inteira. Ele é loiro, alto, gostoso, tá sempre com um sorrisão e é judeu. Tem bem cara de judeu". Como é ter bem cara de judeu? Já me imaginei lá: "Oi, qual é a tua religião? Ah, e a do teu amigo?", não, isso não vai dar certo, melhor mandar uma mensagem pra criatura: "Oi, eu sou amiga da Tata, estou sozinha, blusa rosa, calça branca, loira, cabelo comprido, flor no cabelo. Procure-me.", ficou com muita cara de classificados da zero hora mas era uma dançadinha garantida, né?
E lá fui eu! Um comprido fez uma mímica pra mim, acho que ele quer dançar, será que eu vou dançar com o surdo-mudo da festa? Melhor assim, nada de papinhos xaropes. Báh mas o comprido era bom na coisa, me jogava pra tudo quanto era lado, me girava e me tacava pro lado de novo. Mãe, que espetáculo de homem! E ainda por cima tinha cheiro bom, mas peraí, só um pouquinho, vamos dar uma conferida na lata do guri: barman, filho de uma égua! disse que depois daquela tequila eu ia achar as pessoas mais bonitas e isso não aconteceu...
Por favor, o próximo.
Vi um cara ser rejeitado por duas gurias, isso partiu o meu pobre coraçãozinho. Só porque ele é feio? O feio também ama! A camisa dele parece a toalha de mesa da vó mas nada que uma mulher não resolva. Estava quase tirando o feio pra dançar quando de repente... opa! Apareceu uma oportunidade melhor.
É, mais uma vez a miopia me enganou. Olhei ao meu redor e cadê o feio? Tinha sumido. Vou conversar com esses daqui que estão perto.
- Não é uma festa a fantasia, não precisa se fantasiar de estátua! Vocês não dançam?
Dois pra lá, dois pra cá e toca meu celular.
- Estátua, segura aí minha smirnoff que minha bolsa tá tremendo. Alô, amigo da Tata? Que que tu tá fazendo aí na frente, criatura? Volta já pra cá. Estou dançando com um guri de cabelo em pé, me acha.
Agora é a vez do amigo do estátua.
- Vamos dançar assim ó, de rosto colado.
- Quê??? Nãããão. Isso é uma coisa completamente(me segurei pra não dizer gay)... WANDO! Tá certo que essa música é ruim, mas ainda assim não é do Wando.
Voltei ao estátua.
- A gente está indo embora agora, vamos com a gente?
- Vocês bebem escondido? Pra onde vocês vão?
- Não sei, pra um posto.
- Tu acha que eu vou me deslocar daqui pra ir em um posto?
- Então me dá teu telefone.
- Pra que? Tu não vai me ligar mesmo.
- Claro que eu vou te ligar.
- Não vai.
- Vou sim.
- Não, não. Conheço bem o teu tipinho.
- E qual é o meu tipinho?
- É do tipo homem. Teu amigo até poderia me ligar, mas tu não.
- Tá, então eu vou te dar meu telefone.
- Ok. Tu me dá o teu e eu te dou o meu, me parece justo.
- Não, tu não vai me dar o teu, só eu vou te dar o meu.
- Não, os dois vão dar os telefones.
- Tu fica com o meu mas não me dá o teu.
- Chegaaaa! Não quero mais o teu telefone.
O amigo entra em cena:
- A gente não vai dormir juntinhos?
- Que dormir juntinhos o que, chama uma prostituta.
- Não, é só dormir juntinhos mesmo.
Morri e ressuscitei. Rosto colado, dormir juntinho? Como diria o Severino: Mas isso é uma bixona!
Dancei com uns e outros e lógico que eu e o último homenzinho que dancei fomos os últimos a deixar a pista.
- Atravessa ali a rua pra comprar um cachorro-quente comigo.
- Mas tu nem me deu um beijo.
Ai que gente chata, só pensam em beijo, que saco!
Até eu atravessar a rua a casinha de lata do tio do cachorro-quente tinha fechado, bati na janelinha.
- Abre! Abre que eu tou com fome.
Um voz lá dentro gritou:
- Acabou o pão!
Me senti um mendigo naquela hora e lembrei de um outro dia que eu estourei o limite do cartão do banco e meu cartão bloquiou, fui até a primeira agência que apareceu na minha frente e perguntei como desbloquear o cartão pro homenzinho que usa aquela roupa ridícula escrito: "Posso ajudar?"(os bancos precisam urgentemente de um personal styler, coitados dos homenzinhos que acham que ajudam nos bancos, eu pelo menos uso roupas apertadas e troco elas de vez em quando).
- Tem que ir até a tua agência.
- Mas a minha agência é longe.
- Só lá para fazer o desbloqueio.
- Moço, são quase quatro horas, como é que eu vou comer?
Fez-se silêncio. Olho pro lado e tem um guri lindo observando cada palavra dita.
Ah, morram todos.
- Alô, Woddy Alen, a festa terminou
Minutos depois.
- Oi princesa!
- Oi Woddy Alen.
- Tá com fome?
- Aham, vamos no mac.
- Tem dinheiro?
- Sim, até o dia 10 eu sempre tenho dinheiro.
- Ó, dois pirulitos pra ti e dois pra mana.
- Obrigada. Tchau, Woddy Alen, até amanhã.
Fim da noite.
sexta-feira, 2 de março de 2007
Feliz ano novo!
Como diz meu amigo Rafael: o ano só começa mesmo depois do carnaval.
É, e neste novo ano eu perdi:
- a bolinha do meu piercing(eu engoli ela).
- o meu namorado(essa perda eu levei umas horas a mais para engolir).
Eu ganhei:
- um emprego("como tu vai na faculdade?", "olha, eu costumo ir melhor nos empregos do que na faculdade").
-um quarto semi-bagunçado(estou evoluindo, não preciso mais pedir licença pras quinquilharias pra eu poder entrar, vejam só!)
Sim, eu me sinto feliz e realizada.
Tá, cansei de falar disso.
Eu quero falar do meu primeiro dia de aula. Não, não vou falar, não vou falar. Vou falar! O primeiro professor eu já conhecia, usa sempre as mesmas roupas mas com cores diferentes, a calça da levis é preta ou branca, a blusa justa é track and field branca ou preta(de vez em quando ele arrisca uma azul marinho) e o sapato... Bom, o sapato... parece de palhaço! Hoje eu reparei no sapato e o riso foi inevitável. Do segundo professor eu gostei mais, o tio que ainda pensa que é gurizão, usava um tênis surrado(se ele fosse meu parente eu já teria doado o maldito tênis pra campanha do agasalho).
Deus ouviu minhas preces, nesse semestre até colegas bonitos eu tenho! Valeu, Deusão(o magrinho aquele foi feito sob encomenda?)!
É, e neste novo ano eu perdi:
- a bolinha do meu piercing(eu engoli ela).
- o meu namorado(essa perda eu levei umas horas a mais para engolir).
Eu ganhei:
- um emprego("como tu vai na faculdade?", "olha, eu costumo ir melhor nos empregos do que na faculdade").
-um quarto semi-bagunçado(estou evoluindo, não preciso mais pedir licença pras quinquilharias pra eu poder entrar, vejam só!)
Sim, eu me sinto feliz e realizada.
Tá, cansei de falar disso.
Eu quero falar do meu primeiro dia de aula. Não, não vou falar, não vou falar. Vou falar! O primeiro professor eu já conhecia, usa sempre as mesmas roupas mas com cores diferentes, a calça da levis é preta ou branca, a blusa justa é track and field branca ou preta(de vez em quando ele arrisca uma azul marinho) e o sapato... Bom, o sapato... parece de palhaço! Hoje eu reparei no sapato e o riso foi inevitável. Do segundo professor eu gostei mais, o tio que ainda pensa que é gurizão, usava um tênis surrado(se ele fosse meu parente eu já teria doado o maldito tênis pra campanha do agasalho).
Deus ouviu minhas preces, nesse semestre até colegas bonitos eu tenho! Valeu, Deusão(o magrinho aquele foi feito sob encomenda?)!
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Carnaval de uma fulana normal
- Tô mal.- Hã?
- Foi o xis de ontem.
E lá se foi a minha companhia pra o carnaval. Se os homens conseguem eu também consigo, oras. Não deve ser tão difícil assim sair sozinha, não
é mesmo? Me senti muito máscula no alto do meu salto 10. A última vez que eu tinha me sentindo assim foi quando andei de kart, aquele monte de homens se fazendo de machões e eu lá atropelando tudo quanto era pneu que aparecia na minha frente. Eu posso tudo(menos mijar de pé, é claro)! Me empiriquitei e me mandei.
- Seu Nacional, onde tem smirnoff ice gelada?
Comprei minhas seis latinhas e fui até a praça de alimentação do shopping, na segunda lata me deu uma vontade incrível de interagir com alguém. De um lado dois guris bebendo chopp e do outro um com um saco do nacional cheio de ruffles. Na terceira lata eu falo com alguém, pensei. Engraçado mas acho que se fossem meninos bonitos eu ficaria mais tímida de puxar papo(ou não). O shopping estava fechando, as cadeiras estavam sendo empilhadas, os do choop foram embora e o do ruffles ali ficou.
- Quem que tu tá esperando?
- A minha esposa.
- Ah.
A vontade de me esconder debaixo da mesa foi mais instantânea que
miojo.
- Alô, Woody Allen, me busca aqui no shopping?
- Certo, te importa de ir comigo buscar outros passageiros?
Os passageiros do taxi do Woody Allen eram bem legais e me convidaram para sair com eles, eu estava que nem folha seca: ia pra onde o vento me levasse, sendo assim...
Chegando lá tocava música tradicionalista, senti muita pena de mim.
- Alô, Woddy Allen me tira daqui.
O Woddy Alen, que não é bobo nem nada, me levou no lugar mais legal do carnaval de Porto e ainda me emprestou grana(ele sabia que minha situação estava difícil e o difícil não é fácil).
Eu me sentia a pessoa mais feliz e sozinha do mundo, se é que isto é possível. Até que eu fiz amizade com um bixa.
- E o teu namorado?
- Que namorado?
- É sério que tu não tem namorado?
- Seríssimo.
- Não acredito.
Me senti a rainha gay naquele momento. Mas como depois do carinho vem a bofetada...
- Olha que bonito aquele do tambor.
- Eu não enxergo, sou míope.
- Eu gosto de homem forte. Tu faz academia?
- Não.
- Mas como? Tu é forte, olha o teu braço.
- Não, o meu braço é gordo assim mesmo.
Liberaram a piscina e eu me senti uma criança feliz. Sim, eu me empolgo com pouca coisa mesmo, no momento jogar água nos outros era minha principal diversão.
- Alô. Ai, Woody Alen, eu quero ficar mais. Posso?
Depois das seis da manhã o táxi do Woody Alen vira abóbora. Mas ele foi bonzinho e me deixou ficar até o fim da festa.
- Moço, tem alguma coisa pra comer de dois reais? Ai, moço eu só tenho dois reais e eu tô com fome. Refri não mata fome.(nessa hora eu faço cara de cachorrinho que caiu da mudança)
- Eu perdi quase todo meu dinheiro na piscina, sobrou um real, pega pra ti ó.
O bixa e eu aguardávamos na frente do local a chegada do Woody Alen, de repente o bixa me abraçou(tudo bem, os bixas são mesmo muito afetuosos e a gente tira uma casquinha já que não vamos sair abraçando qualquer homem por aí) e depois encostou a boca na minha orelha.
- Êpa, essa orelha é minha! O que que isso?
Era só o que me faltava, ficar com o bixa da festa seria mesmo o fim da várzea. E adivinhem quem me salvou! O Woody Alen!
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